Em certo analisar de meus últimos dias, repentinamente o escritor de tal texto foi tomado por um alento incontrolável de surtar, não como um temido ser psicótico em seus atos impensados e irracionais (ainda longe disto), mas sim tirando esta “loucura” explanada como certa não contingência de certas palavras e/ou atitudes por esta pessoa que vos escreve nunca antes lhe haviam assim pertencido a ti de tal forma. A dita ociosidade auxiliou demasiadamente estes pensamentos diria até perigosamente levianos para este ser.
Cabe destacar este ser como um vaso não intacto, já com uma série de lascas e arranhões que a tal “vida” lhe tirou, ou melhor, lhe marcou já que nem tudo são males tentando ter uma perspectiva mais positiva. A fim de trazer certa maturidade ou experiência estas tais marcações a ferro se acrescentam de fogo e assim nos marcam com uma maior intensidade de tal modo que nos rebate a idéia no começo do texto a qual cita a tal mudança de conduta ou pelo menos tentativa, já que a mesma não veio se concretizar foram somente alguns devaneios de um humano e seus conflitos e sua série de frustrações acumuladas.
A origem deste vaso cabia em muitos momentos a racionalidade, porém com enormes rompantes emocionados, os quais eram e ainda são arrebatados seguidamente de sentimentalidades e nestas incluídos diversos substantivos que aqui não me cabe tal construção inútil de uma listagem dos mesmos. Depois ta fratura do vaso por definitivo, na mudança de x em x’ (Matemático agora?), nos traria em alguém ainda racional, porém sem os ditos rebuscamentos emocionais, algo mais frio, diria até maldoso em seus futuros relacionamentos com seus semelhantes.
Facilmente este novo e destemido x’ foi sendo contornado em questão de minutos, diria segundos até justamente por já ter sido um x. Como?... Simples... x’ surgiu de um x, uma letra original, um caractere particular, ou melhor, um valor original não deriva de outros como o x’... Sendo um x’ depois de todo esse surtar seria um x’’, alguém ou algo nada original em meio de tantos a’’ e b ’’. No meu caso em particular seria melhor um g, pois bem, simplifiquemos com o x mesmo. Os meus valores construídos em minha curta vida por diferentes decisões e outras infinitas relações, me tornam particular, único... Enfim, não sou uma derivação de outro ser por completo como tantos se mostram por aí, equações como o próprio nome diz e seu sentido o retrata, cheias de igualdades e adicionados de ínfimas nuanças incertas.
O fraturar deste ser, o qual lhes publica tal texto, o que quase torna-se neste tão temido outro ser (humilde opinião cá expressa), só não ocorreu por uma série de retraços que subitamente nos trouxe os cacos ao seu lugar de origem... Mais uma referência geográfica está por vir... Este ser, já não mais in situ, após tais lampejos, vos comunica de tal forma orgulhado de seu retornar de origens, porém, não já como o frasco original, pois no seu rejuntar, este por não ser um especialista deixa falhas, ou melhor, pedaços não da mesma forma recolocados... Partindo mais por efeito de comparação, quase um homógrafo (agora pedindo licença à “Língua Portuguesa”, estou didático hoje), ou seja, transforma-se este mesmo ser em outro ele mesmo.
Confuso porem é a real e atual situação, um vaso que sofre acidentes, uns mais graves que os outros, este, no entanto por um rápido baque teve seu momento “João bobo”, balançou de tal maneira, agitada por causa de tranco (os), que quase cai diante destes acontecimentos e nisto forma outro objeto, já não mais vaso, grandes cacos desconexos onde não poderia haver sanidade ou concordância. O vaso agora parado mantém sua centralidade e procura novos horizontes, mais tênues, procurando não seguir em linha reta, fazendo curvas ainda que perigosas, mas assim demorando um pouco mais a chegar a seu “final”... Peço licença e faço referência à tão conhecida expressão em latim: Carpe Diem... Concluindo com o que mais me “preocupa” depois do grande feito deste bambolear, o qual foi grafado em sua fina cerâmica... Faça de lágrimas risos, faça de tristezas alegrias, faça de xingamentos piadas, faça de seus amigos sua família, faça de sua vida nossa vida... Aproveitar da vida é o que nos resta, digo não como loucos, a fazer sandices incontroladas, mas o que você, sendo x ou y preza de acordo com o seu caráter como o que é bom para ti, com a agonia (no seu melhor sentido) de grandes desejos.
“Todos meus movimentos são friamente calculados”
Guilherme Rocha
5 comentários:
sera que foi a topada q rachou o vaso...
eh uma duvida...
mto bom texto...
eh...
dps de ler umas 3 vezes cada linha pra ver se entendia...
cheguei a uma conclusao...
realmente vc não quer se envolver!!
bjao gui
Oi figura!
Ainda esta mto complexo p o meu nivel mongol ... hahahahahaha
A ultima frase eh mto boa ... Chapolin eh realmente um grande pensador! hahaha
Bjo.
Acho q vc deveria ser um pouco mais Polyana, hehehe
Abração
Tipo... sou sõ eu ou mais alguém se sente assim??? Me sinto tão burra lendo seu blog...
complicado demaaaaaaaaais. Sua sorte é que eu te amoooo... hauhauahuahauahua
Beijinhos, lindo
Line
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